terça-feira, 22 de julho de 2014

Festa Caipira e Gincana CEF 17 2014











































TEXTO PROVA MULTI 2º BIMESTRE CEF 17 - APLICAÇÃO 23/07/2014 VESPERTINO 9º ANOS


TEXTO I

A culpa é da Copa (?)

Na banca de revista, quando procurei figurinhas para o meu álbum, uma mulher me interpelou: “Você ainda acredita nesta Copa? Tanta gente passando fome, sem saúde, sem educação...”

Respondi-lhe interrogando-a: - E daí? Se não houvesse a Copa o Brasil ficaria melhor? Tudo agora é culpa da Copa. Ora, com o sem ela as coisas continuariam na mesma: fome, miséria, insegurança, corrupção, tráfico de drogas, saúde e educação precárias. Então, há momento e lugar para tudo; para o pão e para o circo, para o lazer  e para o esporte; tudo faz parte da vida.

A mulher ouvia-me calada. Puxa vida, este país está como está por culpa de todos. Políticos, empresários, votados e votantes, elite e povão. Cada qual com sua parcela de culpa em ação ou omissão, na desonestidade, na preguiça, na ambição, no oportunismo, no comodismo, na sonegação, no “jeitinho” para tudo e pouca vocação para contribuição, para o conhecimento, para a educação. Parece haver disposição só para o mais fácil, e daí nivelar tudo por baixo.  

A música está abaixo do medíocre e a literatura se rende ao mercado dos aventureiros, [...] O setor produtivo carece de mão de obra especializada. Poucos se profissionalizam e a informalidade tomou conta das ruas. O comércio sofre desleal concorrência dos piradas marreteiros, contraventores que se locupletam sem pagar impostos.

A mal falada língua portuguesa desceu à mais funda impureza. Vilipendiada, estuprada, está repleta de vícios, estrangeirismos e modismos idiotas, em frontal negação à pureza linguística. Isto nada tem a ver com a Copa do Mundo. Não é do futebol o passe para a ignorância e atraso. É grosso resíduo do lixo cultural importado.

A Copa implica grandes gastos, sim; mas também gera divisas, empregos, promove melhorias, divulga o país e a nação. Esse falso discurso pró-educação vem, também, da boca de boçais arruaceiros, vândalos depredadores que igualmente se juntam aos burgueses que mamam a educação gratuita nas melhores universidades e depois se engajam na organização privada não é a única responsável pelas mazelas que estão por aí. Ela é um dos lados do perfil multifacetado do Brasil, repleto de “heróis sem nenhum caráter”.

Fonte: http://www.recantodasletras.com.br/4812338;enviado por Kaiomonteverde em 19/05/2014.

 

TEXTO II

Copa, hipocrisia, dinheiro e política: tudo a ver

Certo dia, logo que o Brasil foi confirmado como sede da Copa do Mundo de 2014, no já  longínquo   ano de 2007, num programa esportivo da antiga parceria que o Estadão havia feito com a ESPN/Brasil para manter a sua emissora de rádio, escutei uma rara unanimidade: todos os que dele participavam soltaram o verbo, indignados com a escolha.
Os argumentos, daquela vez e desde então, em praticamente todos os meios de comunicação, contra a Copa no Brasil, se mantiveram.
Vai ser uma roubalheira, o governo (sempre o federal, é claro), deveria destinar os bilhões que vai gastar para construir escolas e hospitais, os políticos vão roubar como nunca, bla-blá-blá.
Foi, naquele instante, na extinta Estadão/ESPN, um desfile de críticas pesadíssimas ao torneio, o maior evento esportivo-midiático do planeta, que qualquer país, do Timor Leste à Alemanha, sonha receber. Se não todos, pelo menos a maioria dos jornalistas esportivos se engajaram numa campanha difamatória contra o evento, demagogicamente, sem nenhum embasamento racional, centrado em números ou na lógica, na linha do “entretenimento” proporcionado à massa desinformada por um, digamos, Datena da vida, esse tipo de profissional que quer valer seu ponto de vista por meio do berro.
O mais interessante é que nem com o cronograma das obras sendo cumprido, apesar das dificuldades impostas pela sua magnitude, as críticas suavizavam.
Como fazem diuturnamente em seu trabalho, essas pessoas, inteiramente vestidas com a camisa da turma do contra, continuaram agindo como torcida organizada, não dos clubes de coração que fazem questão de esconder do público, mas do “quanto pior, melhor”.
O secretário da FIFA falou contra a organização da Copa?
Oba, que legal, isso quer dizer que o Brasil é uma porcaria!
O Maracanã está concluído?
Peraí!!! Tem mutreta nisso, foi superfaturado, pode cair a qualquer momento!!!
Foi assim o tempo todo.
E mesmo agora quando o “aperitivo” a Copa se concluiu com brilho, em meio à tempestade promovida no país pela moda das manifestações contra tudo e contra todos (mas muito mais contra o governo trabalhista do PT e aliados), esse pessoal ainda insiste nessa cantinela viralatística de que a Copa do Mundo é maravilhosa lá fora e uma droga no Brasil.
O caso é que, nesses anos todos de pregação anticopa esses veículos de comunicação, principalmente da chamada mídia eletrônica, não deixaram de cobrir todos os eventos da seleção brasileira e correr atrás de gordos patrocínios publicitários para faturar com  torneio.
É uma atitude hipócrita, baixa, burra, indecente até, que mostra o grau de engajamento partidário da imprensa brasileira, que chega até a arriscar a oportunidade de fazer um excelente negócio somente para sabotar uma ação que pode render alguns pontos favoráveis ao seu inimigo.
Tal é o nível de guerra política em curso no  país...
Números preliminares do Ibope em São Paulo dizem que a transmissão de Brasil e Espanha, jogo final  da Copa das Confederações, rendeu 34 pontos de audiência para a Rede Globo, número  que representa 54% dos aparelhos ligados no horário. Se confirmado, será a maior audiência da emissora no ano com futebol.
A Band também marcou um ótimo resultado, registrando 10 pontos, mais que a soma dos seus dois concorrentes, SBT (com 5) e Record (com 4). Somando as audiências de Globo e Band, cerca de 70 dos aparelhos estavam sintonizados na partida.
Será que nem com esses números nas mãos os manda-chuvas desses impérios de comunicação darão trégua à organização da Copa?
Será que rasgarão uma montanha de dinheiro agora pela possibilidade de ganhar mais no futuro, quando tiverem escorraçado os trabalhistas do governo?
Fonte: http://cronicasdomotta.blogspot.com.br/2013/07/copa-hipocrisia-dinheiro-política-tudo.html.

 

TEXTO III

Brazil promises secure World Cup

 

 

The Brazilian government will ensure security in the FIFA World Cup which will take place in 12 Brazilian cities in June, President Dilma Rousseff said.
According to the president, the government has beefed up security for the World Cup and will not allow the tournament to be disturbed by violent episodes, reports Xinhua.
"We have improved our security tremendously. The armed forces will participate, we will use the Federal Police and the Federal Highway Police and we have partnerships with all state governors," Rousseff said Wednesday, underlining the security measures in a meeting of the Council for Economic and Social Development, in Brasilia.
Rousseff said "the federal government will not agree with any kind of violence and we will not let the World Cup be contaminated" and added that "it is an important moment for the country".
Last year, millions of Brazilians went on the streets in June to protest against poor public services, such as health care and education, corruption in politics, and high expenses for the World Cup and the 2016 Summer Olympics, which will take place in Rio.
The protests occurred during the FIFA Confederations Cup, and many of them took place in the vicinity of the stadiums, on game days. Most protests featured conflicts between protestors and he police -- officers were often accused of abuse and excessive violence in their actions.

Acesso em 15/05/2014 

TEXTO PROVA MULTI 2º BIMESTRE CEF 17 - APLICAÇÃO 23/07/2014 VESPERTINO 8º ANOS




TEXTO I

A culpa é da Copa (?)

Na banca de revista, quando procurei figurinhas para o meu álbum, uma mulher me interpelou: “Você ainda acredita nesta Copa? Tanta gente passando fome, sem saúde, sem educação...”

Respondi-lhe interrogando-a: - E daí? Se não houvesse a Copa o Brasil ficaria melhor? Tudo agora é culpa da Copa. Ora, com o sem ela as coisas continuariam na mesma: fome, miséria, insegurança, corrupção, tráfico de drogas, saúde e educação precárias. Então, há momento e lugar para tudo; para o pão e para o circo, para o lazer  e para o esporte; tudo faz parte da vida.

A mulher ouvia-me calada. Puxa vida, este país está como está por culpa de todos. Políticos, empresários, votados e votantes, elite e povão. Cada qual com sua parcela de culpa em ação ou omissão, na desonestidade, na preguiça, na ambição, no oportunismo, no comodismo, na sonegação, no “jeitinho” para tudo e pouca vocação para contribuição, para o conhecimento, para a educação. Parece haver disposição só para o mais fácil, e daí nivelar tudo por baixo.  

A música está abaixo do medíocre e a literatura se rende ao mercado dos aventureiros, [...] O setor produtivo carece de mão de obra especializada. Poucos se profissionalizam e a informalidade tomou conta das ruas. O comércio sofre desleal concorrência dos piradas marreteiros, contraventores que se locupletam sem pagar impostos.

A mal falada língua portuguesa desceu à mais funda impureza. Vilipendiada, estuprada, está repleta de vícios, estrangeirismos e modismos idiotas, em frontal negação à pureza linguística. Isto nada tem a ver com a Copa do Mundo. Não é do futebol o passe para a ignorância e atraso. É grosso resíduo do lixo cultural importado.

A Copa implica grandes gastos, sim; mas também gera divisas, empregos, promove melhorias, divulga o país e a nação. Esse falso discurso pró-educação vem, também, da boca de boçais arruaceiros, vândalos depredadores que igualmente se juntam aos burgueses que mamam a educação gratuita nas melhores universidades e depois se engajam na organização privada repudiando saúde e educação públicas. A Copa não é a única responsável pelas mazelas que estão por aí. Ela é um dos lados do perfil multifacetado do Brasil, repleto de “heróis sem nenhum caráter”.

Fonte: http://www.recantodasletras.com.br/4812338;enviado por Kaiomonteverde em 19/05/2014.

 

TEXTO II

Copa, hipocrisia, dinheiro e política: tudo a ver

Certo dia, logo que o Brasil foi confirmado como sede da Copa do Mundo de 2014, no já  longínquo   ano de 2007, num programa esportivo da antiga parceria que o Estadão havia feito com a ESPN/Brasil para manter a sua emissora de rádio, escutei uma rara unanimidade: todos os que dele participavam soltaram o verbo, indignados com a escolha.
Os argumentos, daquela vez e desde então, em praticamente todos os meios de comunicação, contra a Copa no Brasil, se mantiveram.
Vai ser uma roubalheira, o governo (sempre o federal, é claro), deveria destinar os bilhões que vai gastar para construir escolas e hospitais, os políticos vão roubar como nunca, bla-blá-blá.
Foi, naquele instante, na extinta Estadão/ESPN, um desfile de críticas pesadíssimas ao torneio, o maior evento esportivo-midiático do planeta, que qualquer país, do Timor Leste à Alemanha, sonha receber. Se não todos, pelo menos a maioria dos jornalistas esportivos se engajaram numa campanha difamatória contra o evento, demagogicamente, sem nenhum embasamento racional, centrado em números ou na lógica, na linha do “entretenimento” proporcionado à massa desinformada por um, digamos, Datena da vida, esse tipo de profissional que quer valer seu ponto de vista por meio do berro.
O mais interessante é que nem com o cronograma das obras sendo cumprido, apesar das dificuldades impostas pela sua magnitude, as críticas suavizavam.
Como fazem diuturnamente em seu trabalho, essas pessoas, inteiramente vestidas com a camisa da turma do contra, continuaram agindo como torcida organizada, não dos clubes de coração que fazem questão de esconder do público, mas do “quanto pior, melhor”.
O secretário da FIFA falou contra a organização da Copa?
Oba, que legal, isso quer dizer que o Brasil é uma porcaria!
O Maracanã está concluído?
Peraí!!! Tem mutreta nisso, foi superfaturado, pode cair a qualquer momento!!!
Foi assim o tempo todo.
E mesmo agora quando o “aperitivo” a Copa se concluiu com brilho, em meio à tempestade promovida no país pela moda das manifestações contra tudo e contra todos (mas muito mais contra o governo trabalhista do PT e aliados), esse pessoal ainda insiste nessa cantinela viralatística de que a Copa do Mundo é maravilhosa lá fora e uma droga no Brasil.
O caso é que, nesses anos todos de pregação anticopa esses veículos de comunicação, principalmente da chamada mídia eletrônica, não deixaram de cobrir todos os eventos da seleção brasileira e correr atrás de gordos patrocínios publicitários para faturar com  torneio.
É uma atitude hipócrita, baixa, burra, indecente até, que mostra o grau de engajamento partidário da imprensa brasileira, que chega até a arriscar a oportunidade de fazer um excelente negócio somente para sabotar uma ação que pode render alguns pontos favoráveis ao seu inimigo.
Tal é o nível de guerra política em curso no  país...
Números preliminares do Ibope em São Paulo dizem que a transmissão de Brasil e Espanha, jogo final  da Copa das Confederações, rendeu 34 pontos de audiência para a Rede Globo, número  que representa 54% dos aparelhos ligados no horário. Se confirmado, será a maior audiência da emissora no ano com futebol.
A Band também marcou um ótimo resultado, registrando 10 pontos, mais que a soma dos seus dois concorrentes, SBT (com 5) e Record (com 4). Somando as audiências de Globo e Band, cerca de 70 dos aparelhos estavam sintonizados na partida.
Será que nem com esses números nas mãos os manda-chuvas desses impérios de comunicação darão trégua à organização da Copa?
Será que rasgarão uma montanha de dinheiro agora pela possibilidade de ganhar mais no futuro, quando tiverem escorraçado os trabalhistas do governo?
Fonte: http://cronicasdomotta.blogspot.com.br/2013/07/copa-hipocrisia-dinheiro-política-tudo.html.



 

TEXTO III

Brazil promises secure World Cup

 

The Brazilian government will ensure security in the FIFA World Cup which will take place in 12 Brazilian cities in June, President Dilma Rousseff said.
According to the president, the government has beefed up security for the World Cup and will not allow the tournament to be disturbed by violent episodes, reports Xinhua.
"We have improved our security tremendously. The armed forces will participate, we will use the Federal Police and the Federal Highway Police and we have partnerships with all state governors," Rousseff said Wednesday, underlining the security measures in a meeting of the Council for Economic and Social Development, in Brasilia.
Rousseff said "the federal government will not agree with any kind of violence and we will not let the World Cup be contaminated" and added that "it is an important moment for the country".
Last year, millions of Brazilians went on the streets in June to protest against poor public services, such as health care and education, corruption in politics, and high expenses for the World Cup and the 2016 Summer Olympics, which will take place in Rio.
The protests occurred during the FIFA Confederations Cup, and many of them took place in the vicinity of the stadiums, on game days. Most protests featured conflicts between protestors and the police -- officers were often accused of abuse and excessive violence in their actions.

Acesso em 15/05/2014 

TEXTO PROVA MULTI 2º BIMESTRE CEF 17 - APLICAÇÃO 23/07/2014 VESPERTINO 7º ANOS


TEXTO I

A CULPA É DA COPA (?)

Na banca de revista, quando procurei figurinhas para o meu álbum, uma mulher me interpelou: “Você ainda acredita nesta Copa? Tanta gente passando fome, sem saúde, sem educação...”

Respondi-lhe interrogando-a: - E daí? Se não houvesse a Copa o Brasil ficaria melhor? Tudo agora é culpa da Copa. Ora, com o sem ela as coisas continuariam na mesma: fome, miséria, insegurança, corrupção, tráfico de drogas, saúde e educação precárias. Então, há momento e lugar para tudo; para o pão e para o circo, para o lazer  e para o esporte; tudo faz parte da vida.

A mulher ouvia-me calada. Puxa vida, este país está como está por culpa de todos. Políticos, empresários, votados e votantes, elite e povão. Cada qual com sua parcela de culpa em ação ou omissão, na desonestidade, na preguiça, na ambição, no oportunismo, no comodismo, na sonegação, no “jeitinho” para tudo e pouca vocação para contribuição, para o conhecimento, para a educação. Parece haver disposição só para o mais fácil, e daí nivelar tudo por baixo.  

A música está abaixo do medíocre e a literatura se rende ao mercado dos aventureiros, [...] O setor produtivo carece de mão de obra especializada. Poucos se profissionalizam e a informalidade tomou conta das ruas. O comércio sofre desleal concorrência dos piradas marreteiros, contraventores que se locupletam sem pagar impostos.

A mal falada língua portuguesa desceu à mais funda impureza. Vilipendiada, estuprada, está repleta de vícios, estrangeirismos e modismos idiotas, em frontal negação à pureza linguística. Isto nada tem a ver com a Copa do Mundo. Não é do futebol o passe para a ignorância e atraso. É grosso resíduo do lixo cultural importado.

A Copa implica grandes gastos, sim; mas também gera divisas, empregos, promove melhorias, divulga o país e a nação. Esse falso discurso pró-educação vem, também, da boca de boçais arruaceiros, vândalos depredadores que igualmente se juntam aos burgueses que mamam a educação gratuita nas melhores universidades e depois se engajam na organização privada repudiando saúde e educação públicas. A Copa não é a única responsável pelas mazelas que estão por aí. Ela é um dos lados do perfil multifacetado do Brasil, repleto de “heróis sem nenhum caráter”.

Fonte: http://www.recantodasletras.com.br/4812338;enviado por Kaiomonteverde em 19/05/2014.




TEXTO II

RACISMO

Após ser alvo de atitude racista na partida de futebol entre o Barcelona e o Villarreal, no último domingo (27), o lateral da equipe catalã e da seleção brasileira, Daniel Alves disse, em entrevista exclusiva à BBC Brasil, que é hipocrisia criticar a campanha #somostodosmacacos#, iniciada nas redes sociais pelo atacante Neymar em defesa ao colega de equipe.
Rapidamente, esportistas, jornalistas, apresentadores de TV, artistas famosos e pessoas desconhecidas de todo o mundo aderiram à campanha, publicando e compartilhando fotos com bananas em solidariedade ao jogador. O Futebol Clube Barcelona declarou que "Alves uniu o mundo do esporte contra o racismo".
Por outro lado, também choveram declarações de representantes de movimentos antirracistas e pessoas anônimas criticando a iniciativa. Para eles, dizer que "somos todos macacos" seria uma maneira de reforçar um estereótipo contra o qual os movimentos antirracistas travam uma batalha constante.
"É hipocrisia criticar uma campanha contra o racismo. Os críticos estão se apegando ao contexto (o episódio da banana), e não ao objetivo, que é conscientizar as pessoas de que somos todos humanos e somos todos iguais", disse Daniel Alves.
Simpático, porém sério, o jogador recebeu a reportagem no lobby do Hotel Rey Juan Carlos 1º, em Barcelona, na noite desta terça-feira. Ele trajava terno preto do luto de quem, horas antes, havia participado da cerimônia solene em homenagem ao ex-técnico do Barça, Tito Vilanova, falecido no final de semana.

Reação em campo
Durante a partida de domingo, Daniel Alves bateria um escanteio quando um torcedor do Villarreal atirou uma banana ao campo do estádio El Madrigal. De maneira inusitada, o brasileiro comeu a fruta e continuou a jogada.
"Foi tão natural e intuitivo, que só depois pensei na preocupação dos meus pais, porque eu nem pensei se tinha alguma coisa na banana", explicou.
Após a partida, o colega de time e de seleção Neymar ironizou o episódio publicando uma foto dele com o filho e uma banana, que imediatamente mobilizou as redes sociais.
As manifestações de apoio surpreenderam Daniel Alves. "Não esperava que as pessoas se envolvessem tanto com esse assunto. Em outras ocasiões em que havia denunciado o racismo, isso não aconteceu. Estava até pessimista com esse aspecto", comentou ele, que se disse alegre porque o racismo no futebol está em pleno debate.